Celular de papel?

Pesquisadores do Human Media Lab da Queen University, em Vancouver, Canadá, desenvolveram um celular dobrável, o PaperPhone. Com uma tela de 9,5 cm em papel eletrônico — dotado de um fino circuito sensível ao manuseio —, o protótipo tem todos os recursos de um smartphone. Dobrando ou apertando sua superfície, é possível fazer e receber ligações, consultar a agenda, ouvir música, assistir a vídeos e ler textos.

O aparelho usa a tinta eletrônica E-Ink, a mesma de leitores como o Kindle. Com tudo sendo acionado por dobraduras e toques, não há botões para estragar. O PaperPhone também é mais resistente a quedas e pode servir como bloco de anotações — com uma caneta especial, você pode escrever na tela.

O protótipo custou US$ 6 mil, mas a equipe prevê que o telefone chegue ao mercado por US$ 100 dentro de 10 anos. Hoje, ele já representa um avanço: trata-se do primeiro computador inteiramente dobrável e o mais fino já existente. Os 8,8 mm de espessura do iPad 2, o tablet mais fino do mercado, equivalem a uma pilha de 7 PaperPhones.

Nesse quesito pode estar a verdadeira revolução do gadget recém-criado. E, como afirma o diretor do Human Media Lab, Roel Vertegaal, a possibilidade de computadores ainda mais impressionantes: “Imagine um papel de parede que exibe notícias. Escritórios poderão ter à mão pilhas de documentos eletrônicos em vez das atuais cópias impressas”.

Fonte.

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