Aprovados!

Estamos cheios de orgulho dos nossos alunos que passaram na Escola de Formação Sebrae, onde farão com o mesmo empenho, o Ensino Médio! Nunca duvidamos do talento e da capacidade de vocês
Parabéns!!!
  • Bruno Pereira Gusman
  • Gabriel Burni Dutra
  • Gustavo de Paula Rezende
  • Lucas Oliveira Borges de Araújo
  • Pedro Henrique de Castro Brum
  • Rafael Andrade Bonato
  • Saulo Teixeira Afonso
Sucesso sempre! Toda a equipe do MAXXI estará sempre na torcida pelo sucesso de todos vocês!

Clipe Formatura 2º Período Pé de Moleque 2011

Lista de Material de 2012

Veja o que deve ter na mochila do seu filho ano em 2012:

Ensino Fundamental

1º ANO 1º CICLO (1/9)

2º ANO 1º CICLO (2/9)

3º ANO 1º CICLO  (3/9)

1º ANO  2º CICLO (4/9)

2º ANO 2º CICLO (5/9)

3º ANO 2º CICLO (6/9)

1º ANO 3º CICLO (7/9)

2º ANO 3º CICLO (8/9)

3º ANO 3º CICLO (9/9)

Encerramento das atividades de Handebol

O encerramento das atividades de handebol será um amistoso no Ginásio Poliesportivo de Lagoa Santa, terça-feira – 13/12 às 17h45min com previsão de término às 19horas contra a equipe da Prefeitura de Lagoa Santa.

Vamos prestigiar nossos atletas!

Maiores informações: Profº Rodnei 9535 – 8169

Segunda vida

Tão assustadora como a enorme quantidade de detentos abandonados nos presídios é a montanha de banners jogada nos lixões das metrópoles do país. Cansada de ver isso, a carioca Adriana Gryner, diretora da agência de eventos LG Ventura, decidiu agir: uniu as duas tristes realidades em uma solução feliz.

Há três anos, ela criou a Ong Tem Quem Queira, no Rio de Janeiro, com o intuito de capacitar presos na produção de peças de decoração e de moda com lona vinílica reciclada de banners. Com isso, já tirou 60 mil m² do material do meio ambiente e deu oportunidade de reinserção social a 100 detentos.

“No início, eu só queria reaproveitar a lona. Este ano do Rock in Rio saíram 5 mil m² de banners que, no lixo, levariam 400 anos para se decompor lançando tóxicos na natureza”, diz Adriana. Para o projeto vingar, ela convidou estilistas para desenhar produtos. Na linha Casa, há peças assinadas por Isabela Capeto e Renata Abranchs com tela ortofônica – que cobre prédio em obra –, também reciclada.

Com 28 máquinas de costura,a Ong produz 4 mil unidades por mês em três oficinas. Uma fica ao lado do showroom no centro do Rio. Lá trabalham detentos em regime semiaberto. Outra é no presídio Ferreira Viana, em Niterói. E a terceira, na comunidade do Turano. Além do salário de R$ 611, os presos têm redução da pena.

“Adoro design, mas nunca imaginei que as peças fariam tanto sucesso”, diz ela, que lançou a linha Casa na mostra Morar Mais por Menos deste ano. Mas sua maior satisfação está em outros resultados. “Hoje somos grandes receptores de banners descartados e resgatamos pessoas de situação lamentável com atividade criativa e rentável.”

Fonte: Revista Casa e Jardim

Não basta apenas avaliar, avaliar, avaliar…

Não basta avaliar, avaliar... Ilustração: Jean GalvãoO movimento ainda é um tanto recente, mas se alastrou rapidamente pelo país. Começou duas décadas atrás, quando o governo federal implantou o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb). A primeira edição ocorreu em 1990 e os testes não pararam mais. Interessados em descobrir mais sobre as necessidades específicas de sua rede, logo alguns estados criaram esquemas próprios de investigação. Minas Gerais e Ceará saíram na frente, em 1992, e a onda só cresceu. Hoje, 19 unidades federativas têm ou já tiveram algum tipo de avaliação externa, assim como alguns municípios. Isso é bom, pois identificar deficiências e carências é um passo fundamental para a melhoria do ensino. A questão é que nem sempre o esforço produz o impacto desejado em sala de aula.
A conclusão faz parte da pesquisa A Avaliação Externa como Instrumento da Gestão Educacional, uma iniciativa da Fundação Victor Civita (FVC). Coordenada por Nigel Brooke, professor convidado da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), ela demonstra a adesão contundente do país a esse tipo de política pública e ajuda a identificar oito mitos sobre o tema, como o de que “as avaliações são usadas para o replanejamento da escola e da rede” (leia quais são todos eles no quadro).

O estudo mostra que as Secretarias usam as avaliações de várias maneiras, como para premiar escolas e bonificar professores. Quando o uso induz à competição, especialistas apontam riscos, entre os quais o de pôr no mesmo balaio instituições que não são comparáveis e o de estimular fraudes.

A maioria das avaliações traz embutida a finalidade de identificar falhas de percurso para traçar estratégias capazes de melhorar a qualidade do ensino. Mas isso, frequentemente, fica só na intenção. Em primeiro lugar porque ocorrem tropeços na implementação. Um deles: o Brasil não tem um currículo único, detalhado e obrigatório – e, não raro, as redes adotam um sistema próprio de verificação sem antes elaborar seu documento oficial. O resultado é uma confusão no meio de campo: se os mesmos conteúdos não são ensinados a todos os alunos, como checar a aprendizagem deles em larga escala?

Quando a avaliação é feita no fim do primeiro e do segundo segmentos do Ensino Fundamental e do Médio, essa dissonância é discreta porque há certo consenso sobre o que os estudantes devem saber ao concluir essas fases. Se ela for realizada no meio das etapas, no entanto, as discrepâncias entre o que já foi ensinado e o que é testado podem ser mais incisivas. Isso porque não há concordância entre os educadores sobre a distribuição dos elementos curriculares pelos anos e, assim, cada escola trabalha com temas diferentes.

Outro ponto a destacar: persiste na opinião pública e entre alguns gestores expectativa equivocada de que a simples divulgação de rankings leva à mudança da prática. Um desempenho ruim dos alunos pode até servir como alerta, mas o contra -ataque não é automático. Em geral, docentes e gestores não compreendem o que significam os números referentes à sua rede ou escola – e muito menos conseguem decidir, sozinhos, como reverter o quadro.

Para garantir o aperfeiçoamento constante das práticas em sala de aula, é necessário que a rede ofereça um trabalho de esclarecimento sobre os resultados das sondagens e, mais do que isso, tenha uma política consistente e permanente de formação continuada em serviço para os gestores e os professores. Somente atribuir a culpa por rendimentos baixos aos educadores não é frutífero nem justo. Quanto mais dominarem os conteúdos e as didáticas referentes às disciplinas que lecionam, maiores são as chances de avanço dos alunos. Mas outros fatores entram na equação. Contam o tamanho da turma (quanto maior, pior), o tipo de material didático disponível, a existência de um currículo, o fato de a escola estar ou não em área de vulnerabilidade e o perfil do alunado – já que a bagagem trazida de casa interfere na aprendizagem.

Por fim, ainda que os processos de avaliação externa possam se sofisticar, a ponto de permitir que a cadeia medição-reflexão-ação sempre se complete, é preciso ter cautela para não reduzir o conceito de qualidade da Educação Básica. Afinal, ter proficiência em disciplinas-chave não é tudo o que se espera dos estudantes formados. A concepção de Educação é ampla – e as metas do país devem ser cada vez mais ambiciosas.

Fonte: Revista Nova Escola

Vem ai o SARAU do Maxxi, dia 14 de Dezembro!

Vem ai o SARAU do Maxxi, dia 14 de Dezembro!

As inscrições para apresentações do 2º e 3º ciclos de dança, música, poesias ou teatro serão realizadas na biblioteca com a Cássia durante o horário do recreio.

 Junte sua turma e participe!

Disputados pelo mercado

Medalha de bronze, o mineiro Thiago Guilherme recebeu convites para trabalhar em outros estados e ganhar salário até quatro vezes maior (André Stefano/Divulgação)

Profissionais que defenderam o Brasil em competição na Inglaterra ganharam não só medalhas como também boas ofertas de emprego

Carolina Lenoir*

Londres – Os 28 competidores brasileiros que representaram o país no WorldSkills, maior torneio de formação profissional do mundo, realizado este ano em Londres, na Inglaterra, levaram mais que suas ferramentas de trabalho na bagagem. Sobre os seus ombros, pesava também a responsabilidade de competir, de igual para igual, com jovens profissionais de países mais desenvolvidos, nos quais a educação é prioridade máxima. A conquista da segunda colocação, atrás apenas da Coreia do Sul e à frente de grandes apostas como Japão, Suíça e Reino Unido, lavou a alma dos competidores e arrancou aplausos de quem se acostumou a ver o país apenas como a terra do samba e do futebol.

Durante quatro dias de disputas, os participantes realizaram provas que simulavam desafios do dia a dia do trabalho em 46 profissões – os brasileiros competiram em 25. O objetivo era demonstrar habilidades técnicas e pessoais para executar as tarefas dentro de padrões internacionais de qualidade e do prazo estipulado. Além das 11 medalhas – seis de ouro, três de prata e duas de bronze – e de 10 certificados de excelência, a participação dos estudantes de cursos técnicos e profissionalizantes do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) rendeu também a inserção no mercado de trabalho.

O Senai garantiu a cada competidor um emprego como instrutor, além de bolsas de estudos para cursos universitários e cursos no exterior, mas muitos receberam propostas de trabalho em indústrias. É o caso do mineiro Thiago Guilherme Carvalho, de 21 anos, medalha de bronze na modalidade fresagem CNC, em que o profissional opera máquinas de usinagem por meio de comandos numéricos computadorizados.

Formado no curso de aprendizagem em mecânica geral do Centro de Formação Profissional Américo Renê Giannetti, no Bairro Lagoinha, Região Nordeste de BH, ele já recebeu convites na capital mineira, em Santa Catarina e em São Paulo. “A oferta em Joinville foi para receber um salário quatro vezes maior, porém quero atuar no meio acadêmico. Pretendo continuar sendo professor no Senai, fazer um mestrado e crescer nessa área. Quanto mais conhecimento, melhor”, explica Thiago, que se formou recentemente também no curso de graduação em mecatrônica industrial.

A oferta polpuda justifica-se por alguns fatores, como a crescente demanda do mercado por profissionais técnicos e a verdadeira peneira pela qual os jovens competidores foram escolhidos para o torneio internacional. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Senai no triênio 2009-2011, em 20 estados brasileiros, 72% dos estudantes formados em cursos de aprendizagem industrial, qualificação profissional e habilitação técnica estavam trabalhando em sua área de formação. Desses, 82% tinham carteira de trabalho assinada.

Já o processo de seleção começou nas etapas interescolares, seguiu para disputas regionais e, finalmente, para a Olimpíada do Conhecimento, competição nacional de educação profissional que no ano passado foi realizada no Rio de Janeiro. Os vencedores da olimpíada enfrentaram ainda duas provas simuladas, em que alcançaram os índices internacionais de qualidade e carimbaram o passaporte para Londres, que se mostrou uma grande oportunidade para uma intensa troca de conhecimentos técnicos e experiências sobre as ocupações.

*A repórter viajou a convite da Confederação Nacional da Indústria (CNI) MEMÓRIA

De penúltimo a vice-líder

Desde 1983, os estudantes do Senai representam o Brasil no WorldSkills. Naquele ano, dois alunos da instituição competiram com jovens de 18 países e ficaram na 16ª posição A primeira medalha do Brasil – uma prata na ocupação de tornearia – só foi conquistada em 1989, quando o torneio reuniu competidores de 21 países. Nas 15 edições em que participou do torneio bienal, o Brasil conquistou 18 medalhas de ouro, 15 de prata, 23 de bronze e 96 diplomas de excelência.

Fonte Jornal Estado de Minas

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